9.1.10

de desatar auroras.







fez um colar de pequenas coragens e
pra cada conta repetia: 
é preciso sentir
desmedidamente as pequenas coisas.








8.1.10

quase sempre.






olhe para dentro
e para fora,
olhe para sempre.
 
mas olhe sente.

a coisa do olhar
da coisa sente,
essa coisa:

um caminho de fogo
no pulso,
na pele.


sente.







7.1.10

"Viver é um descuido prosseguido"





me deixa contar segredos:
não há existência.

a verdade é mais complicada.

a verdade acha quem tem existência.
a verdade acha pouso.

te deixa ficar.











5.1.10

dançar com a vida.





acordei com uma frase passeando pela cabeça:
"é preciso encher o vazio de palavras"

é que as palavras sempre florescem costuradas em cores.





4.1.10

um colar de lembranças para contar.






guardava no compartimento esquerdo 
uma mala com histórias, lembranças, sorrisos, olhares. 
era com ela que fazia uma espécie de pescaria do tempo: 
cada vez que lançava o anzol recuperava uma nova pérola.





3.1.10

tão infinito.








da janela, soprou três vezes, ao vento, a mesma palavra começada com fé:



felicidade

fe li ci da de

f   e   l   i   c   i   d   a   d   e 



quem acredita sabe que é no desejo que a força mora.







1.1.10

das alegrias que começam a florir dentro da gente.








se a esperança cria raízes, 
coração vira jardim.









31.12.09

se é para renovar, deixa virar.













2010 de detalhes positivos,
deixa amanhecer.






30.12.09

entretecer ternuras...











e quando abraço vira abrigo, deixa aquecer.








28.12.09

nessa espécie de pescaria do tempo.








Procurou por dentro, 
sem perceber que o amanhecer acontecia ao avesso.
É que tudo o que há nela é muito para fora.






24.12.09

é dentro que o amanhecer é mais bonito.




conheço uma moça que mora numa caixa mágica 
e tem um jardim no coração. 
é que ela sabe que o que a gente semeia, brota por dentro.









* espalho aqui, 
desejos de cores; alegrias; sonhos e pequenas felicidades. 
que o natal seja rico em detalhes significativos 
e que 2010 seja um conjunto positivo!






23.12.09

'...o respeito é virtude das almas elegantes.'




o melhor do interromper é saber que ele sempre continua depois...



22.12.09

era preciso mover-se muito devagar.





e que a vida dê sempre motivos para florescer pelos olhos.





21.12.09

"Eu não nasci para viver neste tempo, sensível demais..."




"Nós tínhamos uma coisa que chamo de 'identificazzione di una donna'. 
Era uma aproximação de alma que rolava comigo, com você (...) 
pessoas sensíveis, que têm uma alma parecida. 
As coisas que a gente escolhia para enxergar nesse mundo 
eram parecidas. 
Apontávamos para os mesmos lugares..."

Caio Fernando Abreu






20.12.09

se mostrava doce.





sempre que fugiam, seus pensamentos iam para o mesmo lugar. 
lá, para onde é possível ver o sol deitar no chão. 
para onde se vai voando, sem asas. 
basta fechar os olhos de dentro e abrir os poros. 
basta deixar levar, para sentir.
para chegar.




17.12.09

mais soluções que respostas.






levava no bolso esquerdo a receita da aproximação de almas:
buscar o melhor silêncio enquanto se faz do sorriso um abrigo.





16.12.09

interessa o que é possível.





escolheu o sorriso que mais combinava e brindou:
que a gente saiba sempre voar por cima.
porque mudar o olhar de ângulo renova certezas.




15.12.09

o importante se faz brotar.







finalmente entendeu o porquê de tudo
o que existe nela ser tão para fora:
tirou os olhos do foco
e se deixou seduzir pela percepção
de que ali nunca deixaria de existir luz e fogo.
deixava brilhar.









14.12.09

sorri com os olhos.





para atenuar a correria escolhia os espaços de respiro. 
entre um e outro, matava saudades, plantava beijos 
e distribuia abraços. 
é que até mesmo o tempo tem suas brechas.





13.12.09

tanta estrela por ai






não que fosse um sonhador. 
apenas entendeu que os anjos são os donos dos verbos mais bonitos.
pequenos milagres.







12.12.09

me deu uma fé, uma energia.




mas a peça que tinha era a mais bonita: 
um leque de amigos decorado de pequenas alegrias.
somente ele consegue soprar aquela brisa leve e doce 
que faz cócegas na alma.


11.12.09

uma aproximação de alma.




guarda o seu sorriso mais sincero: 
é que lembranças bonitas fabricam lágrimas doces.




10.12.09

soluço de árvore na estrada.




e a intensidade nada mais era que isso: ir até onde se é só riso.




9.12.09

sorri, o mundo dança.





uns olhos de comer acompanhavam aquela boca de morar.
pequenas epifanias.






8.12.09

invulnerável ao tempo.




talvez o prazer seja isso:
sentir o arrepio provocado pelos dedos.




7.12.09

sua alegria é feita de grãos.






quando o vento é de bons ares, 
deixa soprar.










5.12.09

do início dos olhos.







sentir é verbo indefinido

.





4.12.09

porque ser feliz é urgência.



quando a vida pede pra correr demais, agarra o tempo com as mãos.
ao lado dele, consegue preencher lacunas nos espaços de respiro.


3.12.09

quero a chuva junto do clarão.



de mãos dadas com a fé, estampou o rosto de sorrisos 
e saiu cantando por ai: eu que controlo meu guidom, 
com ou sem suingue.  
assim, pode ser da vida acostumar.


2.12.09

e no rosto o meu buquê de sorrisos.



talvez lavar a alma seja isso: 
descobrir que pequenas esperanças são à prova d'água.


1.12.09

em cada nó de veia.



a inteligência gosta dos caminhos mais longos.
ela aprendeu, observando a pressa, que para conquistar o muro
é preciso dar a volta nele.
é que tudo se desfaz dentro de um abraço.


30.11.09

sentir sede, faz parte.


  
e concluiu: curiosidade é estimulante.


29.11.09

é muito verde.



não transforme sonhos em ilusões, 
continue plantando.
sonhos são pequenas esperanças 
esperando amanhecer.


28.11.09

"uma alegria interna quase como uma primavera."



depois que aprendeu que 
autoafirmação é pra quem não se tem, 
via poesia em cada detalhe.



27.11.09

pra sorte entrar.



não importa o que o amanhã vai pintar,
 as janelas ficam sempre abertas para ver o agora acontecer.


26.11.09

uma alegria que se antecipa.




e quando o coração sente o fio 
que puxa o arrepio, deixa esticar.


25.11.09

se faz somar.


"uma alegria de perceber
que quanto mais gasto o tempo com os outros
mais sobra para mim."

Carpinejar.

24.11.09

23.11.09

querer é verbo indefinido.


as vezes, mudava os olhos de casa. 
só para sentir como se vê.

22.11.09

quero o feitiço das palavras.


sempre soube que os olhos 
são os únicos que sabem de todas as verdades. 
é por isso, que desde cedo, 
sempre treinou para ser uma boa leitora de olhares. 
e re_lia.

21.11.09

olhos fechados, toda plena.


para manter o equilíbrio, 
saio à procura de cadências.

20.11.09

rio e me sinto mar.


adormeceu com cazuza soprando palavras grandes ao pé do ouvido: "eu vejo o futuro repetir o passado"...
amanheceu enfeitando o presente de agoras:
é que o tempo, não para.

19.11.09

porque viver é começar.



entrou de novo no compasso que dava ritmo à sua vida.
feito bailarina de caixinha de música: todos os arranjos
aproveitavam a corda para acompanhar o tom da música.
e fluia.


18.11.09

a felicidade vibra na frequência das coisas mais simples.


outro dia, 
aprendeu a mudar a saturação das cores.
gostou da brincadeira e resolveu sair por aí, pintando o mundo.

17.11.09

o delírio do verbo estava no começo.


guarda sonhos na caixinha,
feito lembranças que não podem ser esquecidas.
têm que se realizar um a um, assim mesmo, sem pressa de acabar.



16.11.09

bonito é o desnecessário.


se for para construir, que seja a melhora.
é que a gente floresce pelos olhos.

14.11.09

a cada instante.


quando viver é simples alegria, 
deixa inspirar.

13.11.09

meu sorriso por aí.


pegou agulha e linha e foi costurar caminhos.
afinal, o que é a vida senão uma eterna coleção de grandes escolhas?

12.11.09

essas coisas todas, simples assim.


- e você, do que gosta?
- eu gosto de deixar o vento me levar.


11.11.09

a delicadeza desenhada de improviso.


o meu céu eu pinto cada dia de uma cor.
hoje, vou estampar bem grande a coragem.
é que é preciso ter fé para se equilibrar na linha do destino. 

10.11.09

ver o infinito sendo explicado.


- e você o que faz?
- eu, recupero o tempo perdido...

9.11.09

felicidade é estado de alma.


e quando te abrem uma porta,
é importante que a janela fique sempre aberta.

8.11.09

é salto sem rede.



fechou os olhos e foi, solta pelo riso. 
é que o amor também gosta de liberdade.

7.11.09

existindo devagarinho em cada coisa.


soprou o cisco dos olhos e entendeu
que a determinação só é uma barreira
quando vista pelo mesmo ângulo.

6.11.09

chão de estrelas.


fica fácil voar por cima quando se percebe
que não existe fórmula para o que se é.
bonito mesmo é ir se moldando, dia após dia.

5.11.09

na alma mesmo.


e quando o tempo é doce espera, 
deixa passar.

4.11.09

deixo a paisagem correr.


quando vai chegando a hora de espreguiçar,
e s t i c a  e s t i c a  e s t i c a  a linha do horizonte
o máximo que consegue e sempre um pouco mais...

é que toda possibilidade depende do ângulo que
se espera o amanhecer.

3.11.09

e mesmo assim insisto.


organizou mudanças em filas. depois, respirou aliviada

E foi colher conquistas...


2.11.09

acredita em algo bem maior que isso.


é que a gente pega o jeito e pinta a vida em tons de alegria
e aprende a deixar os semi-tons por conta do acaso.

1.11.09

porque é daí que nascem as canções.



e quando o amor faz sentido, deixa levar.

30.10.09

mais esperança nos meus passos.



foi caminhando na chuva que descobriu
um jeito de distrair o tempo e roubar horas:
é que lavar a alma, renova esperanças.

29.10.09

é que tem mais chão nos meus olhos.


tinha um cheiro azul, 
com jeito de lágrima fujona, 
que queria rolar. 
quando era assim, 
deixava a alegria tomar conta 
e chovia sorrisos.

27.10.09

Fico pensando se viver não será sinônimo de perguntar.


sabe o que é, moço, guardo lembranças no baú
e sonho com o que há de vir.
é que a gente, urgente pelo adiante, 
só acontece depois de uma sequência de agoras.

26.10.09

desde que fosse profundo.







gostava das noites que dormia com a colcha rosa em que a filha costurava sonhos:
se sentia protegida do mundo.

25.10.09

sorri de repente.


raquel gostava de viver no meio dos bichos.
era dali que tirava os pedaços da sua personalidade
e fazia composição.

24.10.09

lá na frente, tudo se explica.


repete tododia e três vezes, que é pra dar sorte:
que tudo seja leve, que tudo seja leve, que tudo seja leve.
é que o que tem muita força, sempre há de ser.

23.10.09

um gosto de estrela me veio à boca.


em noites de surpresa, pegava carona nas palavras de pé de ouvido
e achava a escada que ia dar no céu.

22.10.09

sabe a delícia que é ser flor nas asas do vento.


em dias nublados, gosta de sentar descalço na varanda
e sentir o cheiro da chuva:
descobriu que pequenos prazeres são à prova d'água.

21.10.09

as coisas mais leves são as únicas que o vento não conseguiu levar.


dentro daquele mundo, só cabiam detalhes.
é que ele se fazia aos poucos, porque queria ser muito grande.
queria ser sem ter fim.

20.10.09

fiel ao que sinto.




"Que tudo seja leve
de tal forma
que o tempo nunca leve."

Alice Ruiz












-

minúsculos sons flutuavam pela sala: o levantar de sobrancelhas, o tempo de um suspiro, o espaço entre o piscar, a largura de um sorriso e a frequência do entrelaçar. eram lembranças que fazia questão de guardar dentro de uma caixa especial, à prova de tempo: o coração

.

19.10.09

um jeito de ver beleza nas coisas.


eram delicadezas feito essas que  faziam os suspiros.
ficava lembrando delas várias vezes por dia,
eram seus pequenos prazeres.

18.10.09

as pessoas são sempre o que de melhor existe.


quando viu aquela roda, tão grande, abriu os braços e se deixou levar.
ficou parada bem lá no meio, recebendo cargas de amor enquanto girava.

16.10.09

um tempo novo, eu cantava.


hoje, abraçou bem forte uma árvore 
e renovou todo o de dentro.
estampou sorrisos no rosto 
e saiu pulando por ai. 

15.10.09

e ama.



depois que aprendeu a escutar os caminhos, levava a vida devagar
e possibilidades na sacola.

14.10.09

e sim outra coisa.



separou a dedo cada um deles: é que aprendeu que só precisa escutar os caminhos.

13.10.09

o que de melhor existe.



depois que descobriu que as palavras enviadas pelo vento têm muita força, guardava todas.



 

12.10.09

deixar só o verde, o vivo.



quando a curiosidade é espera ansiosa de criança, 
que a pressa seja de somar sorrisos.


10.10.09

há que ser medida pelo encantamento.


eram noites com nuvens curiosas onde o tempo encostava sua pele, acalmavam o mundo de fora e despertavam o de dentro:
chamava de intensas.


9.10.09

lê a energia das vontades.


depois de muito treino, aprendeu a dançar por dentro. 
e via música pra todos os lados.

8.10.09

anoitecer dançando.


e quando os pés têm fome de liberdade, deixa voar.

7.10.09

não importa para onde a gente aponte.





enquanto a chuva desaba, lava alegrias: tem um varal especial para pequenos detalhes.

6.10.09

uma alegria de se entornar.


foi mesmo por um comichão de urgência, um desasossego de seguir a sequência passo a passo,
uma ânsia de se mover por dentro.

É que gostava daquelas ventanias poderosas, que desorganizam e reorganizam a gente por dentro.

5.10.09

matéria-mágica que se me dá.



tenho mesmo que ir, seu moço. é que o tempo, que a gente não vê passar, passa assim mesmo e não manda lembranças.
sigo atenta com ele, tenho pressa de vida.

3.10.09

apenas pelo prazer de mergulhar.


viu caminhos nas vírgulas e decidiu trocar pontos finais por reticências: tinha os braços por demais pequenos para o tanto de mundo que desejava abraçar. Continuava esticando...

a vida grita.


vezenquando criava cantos: sentava no banco só pra ver a roda girar, achava bonito ver as coisas de outros ângulos. esses eram os momentos em que fabricava espaços de
res

pi

ro
.

2.10.09

começo a querer coisas que eu nem sabia que existiam.




acordou com cazuza soprando ao pé do ouvido: "quem tem um sonho não dança..."
decidiu fazer um quintal para plantar seus sonhos.

1.10.09

dar voltas.




... e brindou: a dias mais leves.

30.9.09

cheia de apetrechos.



de um modo simples mistura cheiros espalhados, olhares variados e sorrisos sortidos. sopra. depois, guarda tudo na caixinha escrito: maquiagem à prova de tempo.

28.9.09

ainda há surpresas.


nos dias especiais, senta e organiza pensamentos em fileiras. vez e outra encaixa ideias brilhantes. passa horas, a fio. e vai tecendo dia-a-dia entre cotidianices.

alimentar com flores.


cometia pequenos crimes, sem culpa alguma: gostava de matar saudades.

27.9.09

esse olhar sobre as coisas.


aprendeu a parar o tempo e ensinou como é que se faz: focou o referencial e posicionou o ponto de vista. juntou tudo o que precisava no mesmo quadro e, guardou o plano. era assim que fazia para deixar as coisas mais bonitas, funcionava.

25.9.09

poeira dourada.


para quebrar o azul: dis-sol-via.

24.9.09

resolvi andar.

-
delicada, carrega uma vontade enorme nas mãos, e todos os sentimentos do mundo. determinação e curiosidade nunca faltam, nem mesmo quando a preguiça insiste em ficar. leva o arco-íris em cada fio de cabelo e nos olhos, tudo o que cintilar. tem medo de reviravoltas muito bruscas, mas coragem suficiente para enfrentá-las. gosta de vermelho, roxo, cores, rimas, brisa fresca, sombra, música, violão, flores, arte, cinema, abraço, cheiros e tudo mais que provoca arrepios. procura sempre pela próxima poesia que a espera na esquina. e, quando encontra com si mesma, escreve. e como escreve. se entrega nas menores coisas, aprendeu que é assim que se descobre os pequenos prazeres. se preocupa um tanto com o futuro, mas não esquece que ele depende do agora. fica por demais feliz quando consegue levar alegria a alguém. cultiva jardins secretos e colhe bem-me-quer. algumas vezes, tem nuvens demais nos pés. gosta de descansar do chão. é muito mais chegadas que partidas, muito mais lua que sol. tem dias que amanhece urgências e inaugura noites. se equilibra na linha tênue, sem perder o compasso. leva uma certeza no bolso: guardar o tempo, ajuda a traçar o contorno da vida.

23.9.09

com um grão de realidade, traça contornos.

-
entre tantas coisas, ela tinha um pedaço nesse mundo:
com uma varanda na boca e muitos sonhos nas mãos. um olhar que abraça com vontade e brilha muito, cintila. uma saudade doce e uma espera ansiosa que toda crinça sabe ter. e uma vontade daquelas que não cabem dentro, vão tomando conta e acabam se instalando ali por fora mesmo. pinta sorrisos, tece lágrimas, arranha-céus. consegue provocar a maior variedade possível de se conjugar o mesmo verbo intransitivo: amor.

22.9.09

mas de repente tudo já não cabia mais só dentro.

-
concisa, jogou dentro de um saco - farpado - todo olho gordo praga feitiço. já tinha aprendido que isso só pega quem acredita ou pensa que. quando sentir o mundo passa a ser fundamento, a vontade de querer as pessoas dispara. e fica fácil entender como a engrenagem funciona: movimentando essências que se expandem em todas direções. corria, pegava o frasco e misturava grandezas de dentro.

muito perto da magia.


-
descobriu o sabor do cheiro e aprendeu a dançar os momentos. as vezes, a melodia era tão bonita que parava só para ouvi-la. era incrível pensar que sempre teria esse mesmo olhar sobre as coisas: cultivar jardins secretos é preciso.



*caixinha de música: smashing pumpkins - disarm.

a passos largos.



-
enquanto cata-ventos procura rede-moinhos.








*o que toca: moby - why does my heart feel.

21.9.09

é aprender como dançar na chuva.



-
dia desses ficou peneirando sol. porque era assim que escolhia caminhos, através dos raios de luz coados pela janela.







"ponho todos os cristais ao sol de sábado."

caio fernando abreu.


*o que toca: the killers - mr. brightside.

20.9.09

porque o que há de ser tem muita força.


-
para saber o quanto cabe num olhar ficava redescobrindo felicidades. subia todos os andares dumavez, pulava degraus. quando chegava no topo: recuperava sorrisos.








"manda-me tudo pelo vento: envolto em nuvens, selado com estrelas
tingido de arco-íris, molhado de infinito (lacrado de oriente, se encontrares)."

caio fernando abreu.



*o que toca: kate nash - foundations.

18.9.09

desse lugar qualquer que eu não sei, nem você.



-
adormeceu reticências e acordou exclamações em um dia cheio de vírgulas. pequenos mistérios espalhados pelo ar.







"não tenha medo de eu ser assim tão agora. nem desse meu agora ser do tamanho do mundo."

tati bernardi.



*o que toca: jamiroquai - virtual insanity.