17.6.10
3.6.10
pois eu quero mais dessa maluquice.
dedos em v. tocava estrelas.
o que tá de sobra, a gente guarda na manga.
porque dentro, a gente guarda só o que faz sorrir.
22.5.10
sorte minha que nasci assim: vim ao mundo para sentir.
ficava ali, entre livros, sonhos, fotos, histórias, papeis e lembranças.
soprou o pó que cobria aquilo tudo.
ela tinha encontrado mais um de seus pedaços.
e fez-se inteira um pouco mais.
tudo o que queria agora, era desconstruir certezas.
6.5.10
e se enxergar por inteiro.
mas escuta, laura: o que de superfície vivo está, tristeza por demais tem em instante oco nada. é que o que enxerga só o quase tudo, vive satisfeito com o nada quase. aprende, laura, que o que a vida gosta de ensinar mora ali, nas entrelinhas dos dias. transformar o tempo em saudades que sabem sorrir, laura, também é fé.
deixa andar.
25.4.10
quando o transitório nos toca realmente.
os pesos, a gente vai pendurando pelas quinas de escolha.
é que flutuar no caminho, zé, é liberdade querendo despontar.
é que flutuar no caminho, zé, é liberdade querendo despontar.
12.4.10
o que não foi vivido perturbará.
ficou ali, de longe, observando toda aquela cena:
ela, de tanto querer olhar direções acabou perdendo seu foco.
e, sabe zé, monodireção é pequeninice.
ela, de tanto querer olhar direções acabou perdendo seu foco.
e, sabe zé, monodireção é pequeninice.
o que brotou ali,
naquela fração de tempo,
foi uma simultaneidade de sentimentos que não cabia em palavras.
do fio que tece diariamente,
somente o que cabia eram sentidos sem sentido.
compreende, zé?
naquela fração de tempo,
foi uma simultaneidade de sentimentos que não cabia em palavras.
do fio que tece diariamente,
somente o que cabia eram sentidos sem sentido.
compreende, zé?
5.4.10
esses caminhos que a vida tece.
cada frame de instante seu poderia ser decomposto
em milhares de partículas intensas amanhecendo.
o que era deveras urgente, ficou adormecido.
é que agora, ela mora no caminho.
"Chegar ao centro, sem partir-se em mil fragmentos pelo caminho.
Completo, total. Sem deixar pedaço algum para trás."
Caio Fernando Abreu
Caio Fernando Abreu
27.3.10
pequenas faxinas arrumando cantinhos “artísticos”
e uma mente toda feita de palavras,
que insistiam em brincar entre si.
21.3.10
"a gente precisa é saber criar espaço"
para a falta de tempo, gargalhada.
para as lágrimas, abraço.
para a dúvida, amigos.
para o cansaço, sorriso de filha.
para o desejo, seus braços.
para alegrias, pequenos cuidados.
para os caminhos, todos os passos.
para a vida, todos os traços.
porque a perfeição, é um vôo.
e a felicidade, expansiva.
7.3.10
um prazer quase indecente em estar vivo.
aprendeu a dança do tempo
e atrás do pensamento, fez morada.
28.2.10
seu ser de cada dia.
daquelas coisas que se aprende e leva no bolso,
esquerdo.
liberdade, beibe, liberdade é amiga do tempo.
27.2.10
24.2.10
a paz de estar.
mergulhava em cada centímetro daquele azul-querer-sem-ter-fim,
era assim quando se sentia um pouco mar.
traçava horizontes pela janela para ver o quanto podia esticar,
era assim quando soltava bolhas de pensamento.
mas naquele agora, só uma bolha rompeu brisa e deixou no ar o que de mais leve tinha:
hoje, sou muito mais árvore.
20.2.10
amanhã era amanhã.
levava com ela a estranha mania de sempre continuar a florir.
gostava de cultivar jardins.
16.2.10
14.2.10
toda essa simbiose.
todos os dias ele sentava no mesmo banco,
pensando que o acontecia ali era verão.
pensando que o acontecia ali era verão.
a certeza habitava cada centimetro de coração.
o que ele não sabia,
era que o olho dele seguia sempre para a mesma direção.
era que o olho dele seguia sempre para a mesma direção.
e que ali, era sempre outono.
mas um dia,
naquele mesmo banco,
seus olhos piscaram diferente.
e ele olhou em outra direção.
naquele mesmo banco,
seus olhos piscaram diferente.
e ele olhou em outra direção.
e descobriu que depois de cada outono,
sim,
o que acontecia era verão.
11.2.10
traçar com os olhos.
quando tempo vira coisa rara, a gente gosta de cada fração:
esse é o jeito mais bonito de descobrir o quanto de significado cabe no valor.
9.2.10
"o que é só caminho, o que é lugar pra morar."
resolveu construir ampulhetas e salvar agoras.
vez ou outra, trocava o lado e,
pu la va segundos.
mas quando queria p.a.r.a.r: fechava os olhos e guardava o momento.
é que o tempo, passa ligeiro e não manda lembranças.
8.2.10
minha sede é clara.
leva com ela marcas do tempo,
à prova de para sempres.
mas acontece que agora queria fazer a maquiagem de outros jeitos,
usando outros tons.
hoje, passou nos olhos pó de sim,
parou
e ficou ali,
olhando além da janela.
5.2.10
essa mania de continuar a florir.
no peito, muitos és:
esperanças, expectativas, entusiasmo,
envolvimento, energias, encantamento, euforia,
em frente,
seguido do sempre.
4.2.10
dos benefícios do tempo.
gosto do arranhar dos dedos no d e d i l h a r do violão.
gosto do porquê da junção que forma maré.
gosto de me ver refletida nos olhos teus.
gosto de ler sorrisos. e de desviar lágrimas.
gosto do sol das seis, bem alaranjado.
gosto da lua cheia, acordando meus arrepios. e da lua que sorri,
pra mim.
pra mim.
gosto de procurar a minha estrela, escolhida a dedo.
gosto do carinho do vento. das cócegas na alma.
e das borboletas no estômago.
e das borboletas no estômago.
gosto do desabrochar. do próximo instante. e do acaso.
gosto do que ficou. do que é. e do que virá.
gosto do que começa com fé. de pequenas coragens. e do verbo seguir.
gosto da dança de dentro. do ritmo das horas. e do gingado do tempo.
gosto do cheiro da lembrança. do gosto do agora. do som do amanhã.
gosto de sonhos amanhecendo e urgências dormindo.
gosto de recuperar sorrisos e descobrir ângulos.
gosto de voar por cima.
gosto do que mora nas pequenas coisas. gosto do que é
cheio de sentido.
cheio de sentido.
3.2.10
essa sensibilidade que faz mover.
não se preocupe, ana.
o caminho é l o n g o, mas cheio de novas manhãs.
a gente e s t i c a, arrisca, espreguiça
e puxa um pouco mais,
pra além da linha, da conta.
respira fundo ana, inspira.
porque é no anoitecer que repousa, em sonhos, a vontade
de tudo que se espera amanhecer.
é o novo começando,
ou recomeçando, tanto faz.
depende sempre da maneira que se abre as janelas,
que se foca os olhos.
2.2.10
1.2.10
essa visão das estrelas que me faz sonhar.
elas brotam ali, nas pontas dos dedos.
vêm de lugares segredos, lugares escolhidos, lugares prazeres, lugares indefinidamente definidos:
d e s l i z a r nas palavras é cheio de sentidos.
29.1.10
às vezes, para ultrapassar.
quem precisa de instrumentos? palavras são balas perdidas.
a ordem é se perder no barulho e sair dançando.
a batida, não para nunca.
a batida, não para nunca.
28.1.10
dirigir só pra atravessar o mundo.
a gente insiste e quer não precisar daquilo que sente. começa a guardar tanta coisa e nada ao mesmo tempo. ficar bem, minha querida, é ter que lutar com feras todososdias, o que incluí as de dentro, as mais arredias. vista suas pequenas coragens e fixe o olhar adiante: as armas estão em nossas mãos.
[te desejo uma força que não cabe imaginar
e uma fé que move.]
e uma fé que move.]
27.1.10
isso lhe dava às vezes estado de graça.
e lhe escorriam sorrisos
enquanto colocava os pensamentos em movimento:
enquanto colocava os pensamentos em movimento:
de mãos dadas eles brincavam de roda,
sem se preocupar com o tempo consumido.
sem se preocupar com o tempo consumido.
para eles, felicidade é dança simples.
basta rodar.
26.1.10
eu entro nesse barco, é só me pedir.
e seguiu a noite cantando a mesma pergunta:
"e a vida, e a vida o que é diga lá meu irmão?"
percorreu o caminho de volta atrás da resposta.
enquanto isso, se agarrou no que se é.
25.1.10
24.1.10
procure ser árvore.
entende uma coisa,
o tempo segue parado ao lado de quem aprisiona o tentar,
porque o próximo instante quem faz é o acaso.
aprende:
é na brisa que se mede a intensidade do pensar
e de mãos dadas com o deixar é que se vai além.
22.1.10
começa assim mesmo.
sabe, esthér, às vezes é preciso carregar a coragem nas mãos.
como se fosse preciso uma arte para se chegar longe.
não importa o quanto você procure em lembranças, sorrisos e olhares.
o perto, mora ao lado
e abre todos os caminhos do mundo
aos que carregam nos ombros um coração.
e abre todos os caminhos do mundo
aos que carregam nos ombros um coração.
e não tem mistério nenhum, mas não revele o segredo a ninguém.
te abraço longe,
ágatha.
21.1.10
"aonde fores vai com todo o teu coração"
transitava entre as intensidades
e levava nas mãos o verbo seguir.
e levava nas mãos o verbo seguir.
era um fazedor de sentidos.
20.1.10
o raro vem para a mesa.
o meio é mais confortável, eu sei.
mas, extremidades são combustível: é que meio, sempre vira mesmo.
19.1.10
18.1.10
15.1.10
quem costura sou eu.
abriu o que corria ali dentro, com as pontas dos dedos:
quando o ar lhe faltava nas entranhas
era porque os olhos estavam voltados para o avesso,
recuperando sorrisos.
recuperando sorrisos.
14.1.10
nunca soube me economizar.
escreveu em letras grandes no diário do que não cabe:
mas é que as coisas dizem,
mesmo quando estão caladas.
"... talvez meu lado de dentro seja um relicário..."
Jaya
Jaya
13.1.10
12.1.10
soltos pelo riso, nunca amarrados pelo grito.
a emoção não cabe na palavra:
é por isso que tem uma fresta por onde transbordar.
11.1.10
9.1.10
de desatar auroras.
fez um colar de pequenas coragens e
pra cada conta repetia:
é preciso sentir
desmedidamente as pequenas coisas.
pra cada conta repetia:
é preciso sentir
desmedidamente as pequenas coisas.
8.1.10
quase sempre.
olhe para dentro
e para fora,
olhe para sempre.
mas olhe sente.
a coisa do olhar
da coisa sente,
essa coisa:
um caminho de fogo
no pulso,
na pele.
sente.
e para fora,
olhe para sempre.
mas olhe sente.
a coisa do olhar
da coisa sente,
essa coisa:
um caminho de fogo
no pulso,
na pele.
sente.
7.1.10
"Viver é um descuido prosseguido"
me deixa contar segredos:
não há existência.
a verdade é mais complicada.
a verdade acha quem tem existência.
a verdade acha pouso.
te deixa ficar.
5.1.10
dançar com a vida.
acordei com uma frase passeando pela cabeça:
"é preciso encher o vazio de palavras"
"é preciso encher o vazio de palavras"
é que as palavras sempre florescem costuradas em cores.
4.1.10
um colar de lembranças para contar.
guardava no compartimento esquerdo
uma mala com histórias, lembranças, sorrisos, olhares.
era com ela que fazia uma espécie de pescaria do tempo:
cada vez que lançava o anzol recuperava uma nova pérola.
3.1.10
tão infinito.
da janela, soprou três vezes, ao vento, a mesma palavra começada com fé:
felicidade
fe li ci da de
f e l i c i d a d e
quem acredita sabe que é no desejo que a força mora.
1.1.10
31.12.09
30.12.09
28.12.09
nessa espécie de pescaria do tempo.
Procurou por dentro,
sem perceber que o amanhecer acontecia ao avesso.
É que tudo o que há nela é muito para fora.
24.12.09
é dentro que o amanhecer é mais bonito.
conheço uma moça que mora numa caixa mágica
e tem um jardim no coração.
e tem um jardim no coração.
é que ela sabe que o que a gente semeia, brota por dentro.
* espalho aqui,
desejos de cores; alegrias; sonhos e pequenas felicidades.
que o natal seja rico em detalhes significativos
e que 2010 seja um conjunto positivo!
desejos de cores; alegrias; sonhos e pequenas felicidades.
que o natal seja rico em detalhes significativos
e que 2010 seja um conjunto positivo!
23.12.09
'...o respeito é virtude das almas elegantes.'
o melhor do interromper é saber que ele sempre continua depois...
22.12.09
21.12.09
"Eu não nasci para viver neste tempo, sensível demais..."
"Nós tínhamos uma coisa que chamo de 'identificazzione di una donna'.
Era uma aproximação de alma que rolava comigo, com você (...)
pessoas sensíveis, que têm uma alma parecida.
As coisas que a gente escolhia para enxergar nesse mundo
eram parecidas.
eram parecidas.
Apontávamos para os mesmos lugares..."
Caio Fernando Abreu
Caio Fernando Abreu
20.12.09
se mostrava doce.
sempre que fugiam, seus pensamentos iam para o mesmo lugar.
lá, para onde é possível ver o sol deitar no chão.
para onde se vai voando, sem asas.
basta fechar os olhos de dentro e abrir os poros.
basta deixar levar, para sentir.
para chegar.
17.12.09
mais soluções que respostas.
levava no bolso esquerdo a receita da aproximação de almas:
buscar o melhor silêncio enquanto se faz do sorriso um abrigo.
16.12.09
interessa o que é possível.
escolheu o sorriso que mais combinava e brindou:
que a gente saiba sempre voar por cima.
porque mudar o olhar de ângulo renova certezas.
porque mudar o olhar de ângulo renova certezas.
15.12.09
o importante se faz brotar.
finalmente entendeu o porquê de tudo
o que existe nela ser tão para fora:
o que existe nela ser tão para fora:
tirou os olhos do foco
e se deixou seduzir pela percepção
de que ali nunca deixaria de existir luz e fogo.
deixava brilhar.
e se deixou seduzir pela percepção
de que ali nunca deixaria de existir luz e fogo.
deixava brilhar.
14.12.09
sorri com os olhos.
para atenuar a correria escolhia os espaços de respiro.
entre um e outro, matava saudades, plantava beijos
e distribuia abraços.
e distribuia abraços.
é que até mesmo o tempo tem suas brechas.
13.12.09
tanta estrela por ai
não que fosse um sonhador.
apenas entendeu que os anjos são os donos dos verbos mais bonitos.
pequenos milagres.
12.12.09
me deu uma fé, uma energia.
mas a peça que tinha era a mais bonita:
um leque de amigos decorado de pequenas alegrias.
somente ele consegue soprar aquela brisa leve e doce
que faz cócegas na alma.
que faz cócegas na alma.
11.12.09
uma aproximação de alma.
guarda o seu sorriso mais sincero:
é que lembranças bonitas fabricam lágrimas doces.
10.12.09
9.12.09
8.12.09
7.12.09
5.12.09
4.12.09
porque ser feliz é urgência.
quando a vida pede pra correr demais, agarra o tempo com as mãos.
ao lado dele, consegue preencher lacunas nos espaços de respiro.
3.12.09
quero a chuva junto do clarão.
de mãos dadas com a fé, estampou o rosto de sorrisos
e saiu cantando por ai: eu que controlo meu guidom,
com ou sem suingue.
assim, pode ser da vida acostumar.
e saiu cantando por ai: eu que controlo meu guidom,
com ou sem suingue.
assim, pode ser da vida acostumar.
2.12.09
e no rosto o meu buquê de sorrisos.
talvez lavar a alma seja isso:
descobrir que pequenas esperanças são à prova d'água.
1.12.09
em cada nó de veia.
a inteligência gosta dos caminhos mais longos.
ela aprendeu, observando a pressa, que para conquistar o muro
é preciso dar a volta nele.
é preciso dar a volta nele.
é que tudo se desfaz dentro de um abraço.
30.11.09
29.11.09
é muito verde.
não transforme sonhos em ilusões,
continue plantando.
continue plantando.
sonhos são pequenas esperanças
esperando amanhecer.
esperando amanhecer.
28.11.09
"uma alegria interna quase como uma primavera."
depois que aprendeu que
autoafirmação é pra quem não se tem,
via poesia em cada detalhe.
autoafirmação é pra quem não se tem,
via poesia em cada detalhe.
27.11.09
pra sorte entrar.
não importa o que o amanhã vai pintar,
as janelas ficam sempre abertas para ver o agora acontecer.
26.11.09
25.11.09
se faz somar.
"uma alegria de perceber
que quanto mais gasto o tempo com os outros
mais sobra para mim."
Carpinejar.
24.11.09
23.11.09
22.11.09
quero o feitiço das palavras.
sempre soube que os olhos
são os únicos que sabem de todas as verdades.
são os únicos que sabem de todas as verdades.
é por isso, que desde cedo,
sempre treinou para ser uma boa leitora de olhares.
sempre treinou para ser uma boa leitora de olhares.
e re_lia.
21.11.09
20.11.09
rio e me sinto mar.
adormeceu com cazuza soprando palavras grandes ao pé do ouvido: "eu vejo o futuro repetir o passado"...
amanheceu enfeitando o presente de agoras:
é que o tempo, não para.
é que o tempo, não para.
19.11.09
porque viver é começar.
entrou de novo no compasso que dava ritmo à sua vida.
feito bailarina de caixinha de música: todos os arranjos
aproveitavam a corda para acompanhar o tom da música.
e fluia.
feito bailarina de caixinha de música: todos os arranjos
aproveitavam a corda para acompanhar o tom da música.
e fluia.
18.11.09
a felicidade vibra na frequência das coisas mais simples.
outro dia,
aprendeu a mudar a saturação das cores.
aprendeu a mudar a saturação das cores.
gostou da brincadeira e resolveu sair por aí, pintando o mundo.
17.11.09
o delírio do verbo estava no começo.
guarda sonhos na caixinha,
feito lembranças que não podem ser esquecidas.
têm que se realizar um a um, assim mesmo, sem pressa de acabar.
16.11.09
bonito é o desnecessário.
se for para construir, que seja a melhora.
é que a gente floresce pelos olhos.
14.11.09
13.11.09
meu sorriso por aí.
afinal, o que é a vida senão uma eterna coleção de grandes escolhas?
12.11.09
11.11.09
a delicadeza desenhada de improviso.
o meu céu eu pinto cada dia de uma cor.
hoje, vou estampar bem grande a coragem.
é que é preciso ter fé para se equilibrar na linha do destino.
10.11.09
9.11.09
felicidade é estado de alma.
e quando te abrem uma porta,
é importante que a janela fique sempre aberta.
é importante que a janela fique sempre aberta.
8.11.09
7.11.09
existindo devagarinho em cada coisa.
soprou o cisco dos olhos e entendeu
que a determinação só é uma barreira
quando vista pelo mesmo ângulo.
quando vista pelo mesmo ângulo.
6.11.09
chão de estrelas.
fica fácil voar por cima quando se percebe
que não existe fórmula para o que se é.
que não existe fórmula para o que se é.
bonito mesmo é ir se moldando, dia após dia.
5.11.09
4.11.09
deixo a paisagem correr.
quando vai chegando a hora de espreguiçar,
e s t i c a e s t i c a e s t i c a a linha do horizonte
o máximo que consegue e sempre um pouco mais...
é que toda possibilidade depende do ângulo que
se espera o amanhecer.
se espera o amanhecer.
3.11.09
e mesmo assim insisto.
organizou mudanças em filas. depois, respirou aliviada
E foi colher conquistas...
2.11.09
acredita em algo bem maior que isso.
é que a gente pega o jeito e pinta a vida em tons de alegria
e aprende a deixar os semi-tons por conta do acaso.
1.11.09
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